Por que cresceu o nº de mortes em acidentes de trânsito no Brasil e quem são as vítimas?
Crédito: Larissa Burchard/Raul Carvalho/Estadão
A Prefeitura de São Paulo rejeitou nesta terça-feira, 31, o pedido da Uber para oferecer o transporte de passageiros por motocicleta na capital. A Uber informou que não irá comentar a decisão porque ainda não foi notificada oficialmente.

Movimentação de motos na Avenida dos Bandeirantes, na zona sul da capital. Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Entre as obrigatoriedades estão a realização de curso pelos condutores e o uso de placa vermelha nos veículos e de colete refletivo por passageiro e motociclista. As empresas ficam obrigadas a arcar com os custos dessas medidas.
A lei ainda proíbe o serviço no centro expandido e nas marginais, veta uso por menores de 18 anos e o restringe em dias de tempestades intensas.
Para uma empresa prestar o serviço de transporte de passageiros por moto, mesmo que por aplicativo, é necessário credenciamento na Prefeitura. Esse cadastro foi negado à Uber.
Segundo o Executivo, “o credenciamento da Uber para o serviço foi analisado tecnicamente pelo Comitê Municipal do Uso do Viário e rejeitado, uma vez que os documentos apresentados não atenderam às exigências estabelecidas pela legislação”.
A 99 anunciou na quarta-feira, 1.º, que não disponibilizará mais o serviço na cidade. A empresa informou que está focada na expansão do serviço de entrega e não há planos de lançar o serviço de mototáxi na capital.